Missões 29 MAR 2017 ÀS 06H00

Potencial missionário de SP precisa ser mais explorado

Ação Batista local é essencial para alcançar o mundo

Por Chico Junior
Pastor Marco Azevedo recepcionou o pastor João Marco em evento da OPBB-SP na segunda (27)
Pastor Marco Azevedo recepcionou o pastor João Marco em evento da OPBB-SP na segunda (27)

A participação batista do estado de São Paulo é fundamental para a evangelização mundial, afirmou o pastor João Marcos, diretor executivo da Junta de Missões Mundiais (JMM). Ele disse que, de acordo com o potencial estadual, deveriam haver mais 250 missionários paulistas no campo. Menos de 1% dos batistas no Estado.

As declarações foram dadas à reportagem da CBESP durante a reunião da Ordem dos Pastores de São Paulo (OPBB-SP) realizada na PIB do Brás na segunda (27). “Se você pensar em um estado como São Paulo, com 250 mil batistas, nós precisaríamos ter uns 250 paulistas no campo [missionário]”, disse.

Pastor vê condições de avanço maior com força paulista

Para o pastor João Marcos, o desafio para os batistas de São Paulo está em ampliar mais ainda a presença em missões. Ele argumentou que eventos como o acampamento de promotores, que será realizado em maio, é um encontro importante para fomentar missionários.

“Deveria ter um missionário para cada mil membros.”

“São Paulo é o motor do país. Aqui é o lugar onde as coisas acontecem e é importante que nós, batistas, compreendamos que também temos esse papel em relação à evangelização do mundo”, afirmou sobre a necessidade de aumentar a participação financeira e também de pessoas no campo.

“Há pouco descendentes de japoneses para ir ao campo.”

O diretor executivo da JMM ressaltou que, mesmo diante do avanço missionário brasileiro, há carência de obreiros em alguns países. “Infelizmente não temos condições de mandar pessoas para o Japão, porque temos pouco descendentes de japoneses que queiram ir para o campo. Nós precisamos aumentar a evangelização de japoneses aqui, onde há a maior colônia do mundo, para enviá-los ao Japão.”

Ele destacou ainda o desafio de preparar a igreja local para trabalhar com refugiados e conseguir também capacitá-los para voltarem aos seus países como missionários. Por fim, falou planos em aliança com a CBESP. “Estamos trabalhando em parceria com o pastor Adilson e com certeza vai sair algo que vai aumentar [a atuação missionária].”

Publicidade Bloco Artigos - Lar Batista